Francine
anda na dieta da moda. Come alface porque é chique, depois se vinga no sorvete
diet.
Começa
a semana com a dieta da lua. Lê na rede social que está ultrapassada e que o
barato da hora é a dieta da sopa: sopa no desjejum, sopa no almoço, sopa no
jantar. Com tanto caldo circulando na corrente sanguínea, a linfática começa a
estranhar, o corpo incha e a balança teima em subir.
Dieta
agora que é batata é a do jejum; simples: não se come agora, não se come
depois, não se come por dois dias.
Francine
topa a onda do jejum e alcança a meta de três dias a fio e uma enxaqueca ainda
mais persistente.
Entretanto,
não desiste. Pesquisa, pesquisa, não encontra; já praticou todas as dietas
publicadas na web. “Que pessoal sem criatividade!”, resmunga.
Começa
a se entupir com fritura e chocolate, refrigerante e bolo e para compensar,
coloca adoçante no café com leite integral.
Empanturrada,
volta à web à caça desenfreada de uma dieta milagrosa, enquanto belisca uns
amendoins...
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