Algema o rio corrente,
amarra a torrente,
segura a vertente
do ribeirão.
Liberdade, quem tu és?
Dentro do gelado peito
e da alma guardo
desespero mudo.
Palavras chicoteadas
vertem meus sonhos
nas veredas abertas,
lâminas pastosas de púrpura dor.
Esvaem nas fendas da dor,
segregam sombras,
correm por entre as mãos.
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