As borboletas azuis desenham no ar linhas prateadas de sonhos que me inspiram, de desejos que conspiram contra meu crescimento, não por culpa dessas criaturinhas tão sensíveis, mas inteiramente por minha própria fraqueza. Enquanto elas sobrevoam os limites do meu pensamento, os neurônios “estralam” como labaredas em galhos secos, superaquecendo a constante emissão de fluidos desgastantes.
"Para não perder a rota, é necessário seguir um caminho; se não puder desviar das pedras, ajunte-as e forme uma calçada sedimentada por palavras."
Crônica - BORBOLETAS AZUIS
Vejo borboletas azuis voando em torno de mim. Em suas frágeis patas levam a essência da dignidade e a riqueza do caráter para polinizar as flores do conhecimento humano, segregado a um cérebro limitado e não menos importante, porque cada indivíduo traz dentro de si a capacidade adequada à realização pessoal de acordo com os planos de Deus.
As borboletas azuis desenham no ar linhas prateadas de sonhos que me inspiram, de desejos que conspiram contra meu crescimento, não por culpa dessas criaturinhas tão sensíveis, mas inteiramente por minha própria fraqueza. Enquanto elas sobrevoam os limites do meu pensamento, os neurônios “estralam” como labaredas em galhos secos, superaquecendo a constante emissão de fluidos desgastantes.
As borboletas multiplicam-se e me dominam, cercando-me, elevando-me no encanto de seu vôo colorido e leve. Suspendem meus desatinos e lançam por terra minhas mediocridades resumidas em pensamentos pessimistas. Suas pequenas asas incansáveis ventilam a transpiração do medo que me ocorre, soprando sobre meu ser uma brisa suave, fresca, pura como um bálsamo que vem do céu. As feridas começam a cicatrizar. As borboletas espalham-se lentamente, levando consigo minhas dores.
As borboletas azuis desenham no ar linhas prateadas de sonhos que me inspiram, de desejos que conspiram contra meu crescimento, não por culpa dessas criaturinhas tão sensíveis, mas inteiramente por minha própria fraqueza. Enquanto elas sobrevoam os limites do meu pensamento, os neurônios “estralam” como labaredas em galhos secos, superaquecendo a constante emissão de fluidos desgastantes.
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