Quem disse que "ler é viajar" tinha toda razão. Estreei Jo Nesbo com Boneco de Neve e mal posso esperar para ler os outros títulos deste autor norueguês.
Segui o investigador Harry Hole em Grønlandsleiret, Finnøy, Bergen, Groruddalen, e me senti no alto da pista de esqui Holmenkollen. Fiquei lado a lado com Katrine Bratt, Gert Rafto, Idar Vetlesen, Filip Becker, Rakel e Oleg. Desconfiei que o assassino pudesse ser o personagem que menos aparecia na narrativa, e que deixava a dúvida de qual motivo levou o autor a colocá-lo lá, quase sem função. Olhei na cara do assassino e continuei a viagem pelas páginas da trama. Estive nos programas de TV dos quais Hole participou. Amedrontei-me quando as vítimas eram cercadas. E a pista para desvendar todos os crimes veio de onde menos se esperou.

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