Quando ando por aí, vejo a Vida passar por mim.
Ela é bonita; melhor, linda. Linda, mesmo!
E tem um cheiro suave de flores do campo,
e passa por mim, assim, tão tranquila.
A Vida é boa, honesta, eu diria até, "vivida".
Isso! E até misteriosa.
Às vezes ela me convida a trabalhar mais,
e às vezes ela prefere me chamar para não fazer nada.
Ela tem senso de humor, essa danada dessa Vida;
de vez em quando dou umas boas gargalhadas!
Ninguém imagina a Vida assim, desse jeito,
tão descontraída.
Nem sempre a Vida está no melhor dos seus dias.
A Vida também sofre de TPM, acredite!
Ela vai de um pico a outro em um milésimo de segundo!
Às vezes até sobra para mim...
Essa Vida... todo dia ela passa por mim,
e todo dia ela sorri e me convida para ser como ela.
Todo instante ela pede para que eu não a ignore;
a Vida também sofre de carência... pudera!
Mas é verdade, toda vez que ando por aí eu a vejo,
solta como o vento, suave como a fragrância das flores,
severa como o trovão, grata como a amiga mais íntima,
e alegre, sempre alegre, por me ver todos os dias.

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